

Um presente que cabe na mão
Ursinho e a sua mamã, Mamãosa, chegam ao jardim de infância num dia frio. O barulho e o ambiente novo são avassaladores para Ursinho, que sente angústia ao separar-se e agarra-se ao casaco da sua mamã. Mamãosa, com muita ternura, desenha-lhe um coração vermelho na palma da mão e dá-lhe um beijo por cima. Esse pequeno gesto torna-se uma ferramenta que Ursinho usa ao longo do dia para encontrar calma e animar-se a brincar.
O conto aborda a ansiedade de separação oferecendo às crianças pequenas uma ferramenta concreta — o coração desenhado na palma — que torna o vínculo afectivo tangível e reproduzível. Ao contrário de outras estratégias, esta não precisa de nenhum objecto externo: o próprio corpo torna-se o lembrete do amor. A história é honesta com a emoção: Ursinho não deixa de sentir o coração acelerado de imediato, mas mesmo assim consegue agir. Isto transmite uma mensagem importante para esta faixa etária: as ferramentas de calma não eliminam as emoções difíceis, mas criam o espaço necessário para conseguir seguir em frente apesar delas.
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